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Cantor Léo Nascimento estará neste domingo 31, no Programa Domingo Legal no SBT


Depois de uma tour no Estados Unidos, onde Léo Nascimento fez shows nas cidades de Mount Vernon e Boston, o cantor estará de volta ao programa Domingo Legal apresentado pelo Celso Portiolli no SBT neste domingo 31 de maio.
Com uma agenda lotada com shows em todo Brasil, o ex-pedreiro Léo Nascimento fala sobre sua nova vida como cantor e da experiência de cantar pela segunda vez nos estados Unidos:
"Quero agradecer, primeiramente a Deus, por me abençoar. Por me dar oportunidade de conhecer outra cultura, fazer novos amigos, e poder levar minha música!
Obrigado aos amigos de Mount Vernon e Boston, por compartilharem comigo esse momento!" - Escreveu o cantor em sua página oficial no Facebook.




A vida de Léo Nascimento, natural de Porto Velho (RO), mudou quando um vídeo despretensioso, em que toca e canta uma de suas composições românticas, foi visualizado milhões de vezes em alguns dias. De jeans, chinelo e camiseta, o artista aparece nas imagens sentado em uma calçada e impressiona com seu vozeirão. Menos de um mês depois, ele foi parar na televisão, foi apadrinhado por Eduardo Costa e prepara o lançamento do primeiro CD.

A música é um vício. Quantas vezes disse que ia parar de cantar? Mas não consigo ficar uma semana sem ela Léo Nascimento. O sucesso veio assim, do nada, mas a luta de Leo por um espaço na música é antiga. Ou melhor, é de uma vida inteira. Leandro Berg (Leo Nascimento é nome artístico) começou a tocar violão aos sete anos de idade. Aos nove, já compunha. “Meu pai me conta que eu me interessei pelo violão com cinco anos de idade. Ele tocava violão, e minha mãe acordeon. É coisa de família. Morávamos em um sítio, e, bem cedinho, a gente ligava o rádio e ouvia música sertaneja. Era uma paz, uma alegria.”

Sem medo de soar clichê, ele diz que sempre sonhou em mostrar seu talento para o Brasil e o mundo. “Se isso tivesse acontecido antes, Deus do Céu, seria uma alegria imensa”. No entanto, ele disputava espaço com centenas de artistas de Rondônia que partilhavam no mesmo sonho. Era impossível viver só disso. Em alguns fins de semana, conseguia espaço para tocar em bares por cerca de sete horas seguidas e cachê de R$ 150. Durante a semana, trabalhava como servente de pedreiro, função que lhe rendia R$ 700 por mês.

O dia em que tudo mudou começou igual aos outros. Léo Nascimentofoi para a obra, mas na saída do trabalho, por volta das 17h30, viu um violão pendurado em um boteco. “Eu não posso ver um violão que já peço para tocar, e aquele me chamou a atenção por ser pequenininho. Sentei no chão e comecei a tocar. Um amigo perguntou se podia filmar. Eu deixei, claro”,
No vídeo, Leo aparece bem à vontade, contando a história de um amor adolescente que acabou mal. Ele namorava uma menina escondido, mas a mãe descobriu e impediu o romance.

A história inspirou a música chamada “Tatuagem”, cantada por ele em seguida. “O vídeo foi feito numa sexta. Na segunda, meu amigo disse que o vídeo tinha mais de 1 milhão de visualizações.”
Não demorou muito para que as emissoras de TV Globo, Record e SBT o procurassem para entrevistas. O “Domingo Legal” (SBT) chegou primeiro e conseguiu exclusividade. Hoje, ele tem contrato com a emissora de Silvio Santos e não pode, por enquanto, dar entrevistas para os outros canais.

No palco do programa, no dia 30 de novembro, ele foi submetido ao “dia de príncipe”, com banho de loja e tratamentos estéticos. Teve a casa e até o banheiro filmados em detalhes, mas se diz muito feliz e garante que a vida mudou da água para o vinho. “Eu não comprava roupas há uns dois anos. No mercado, era só arroz e feijão”. Na semana em que veio para São Paulo para gravar o programa, conheceu Eduardo Costa, seu ídolo, que o apadrinhou e gravou com Léo a música responsável pelo sucesso do ex-servente de pedreiro.

Léo vive atualmente em São Paulo/SP com sua mulher e já tem quatro shows marcados para o mês de dezembro, dois em Goiás, Pará e Minas Gerais. Ele não sabe muito bem quanto vai ganhar neste mês de dezembro, só sabe que o cachê dos shows varia entre R$ 30 mil e R$ 80 mil. Ele conta que já deu até para sentir a parte ruim de ser artista, que é ficar longe da família. “Quando gravei o programa, fiquei uma semana longe da mulher. Vejo que uns cantores até querem parar por causa disso. Eu não entendia, mas tem esse lado difícil.” Quando questionado se está preparado para a parte dolorida, ele diz que sempre esteve. “A música é um vício. Quantas vezes disse que ia parar de cantar? Mas não consigo ficar uma semana sem ela.” Seu primeiro CD, com 15 composições próprias, será lançado no começo de 2015 e vendido em bancas. (Portal Sertanejo.Net)

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