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Cidade de Wagner comemora 59 anos de emancipação político-administrativa nesta terça-feira, 20 de Julho

 




A cidade de Wagner completa 59 anos de emancipação político-administrativa nesta terça-feira , dia 20 de julho. Um município localizado na Chapada Diamantina, com uma população de aproximadamente 9.753 habitantes.
A Origem da Cidade de Wagner

Wagner teve início com o surgimento de um núcleo residencial às margens do rio Utinga com a denominação de Cachoeirinha, pertencente a Morro do Chapéu. Por ai passava a estrada que levava as boiadas e os tropeiros que faziam o comércio das Lavras Diamantinas com a Chapada Velha e a região do São Francisco.

De acordo com uma publicação do Site Dikaios, em 1981, a população da crescente povoação solicitou à administração municipal a mudança do nome para Wagner, em homenagem a Franz Wagner, alemão radicado no local que prestou ´enorme assistência à população` durante o período da seca que flagelou o sertão nos anos anteriores. 

Em 1915, a então vila de Wagner foi elevada à categoria de município por decreto do Governador J.J. Seabra. Sobrevivia da indústria manufatureira de cana de açúcar, produzindo cachaça, rapadura e da agricultura e pecuária de subsistência. São dessa época os utensílios domésticos feitos em ferro, barro ou louça, alguns importados – os ferros a carvão, o fole, as panelas de ferro fundido, os candeeiros e lampiões a querosene.

No inicio do século passado chegou a Wagner um grupo de missionários presbiterianos, vindo dos Estados Unidos com a intenção de fundar em território baiano uma missão encarregada de difundir a fé, promover a educação e a saúde entre os sertanejos. Rechaçados de cidades maiores como Palmeiras e Lençóis, adquiriram a Fazenda Ponte Nova, no distrito de Itacira, município de Wagner e ai fundaram uma igreja, uma Escola Normal, que formava professores do ensino primário, um hospital, bastante moderno e equipado, e a primeira escola de enfermagem da Bahia. 

Ponte Nova passou, então, a ser um polo irradiador de educação e cultura no interior da Bahia e o conjunto de construções do hospital, escola, igreja e internato sobrevivem como um marco arquitetônico importante para o município e para o Estado.




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