Projeto Rio Memória é lançado para resgatar a história do Rio Utinga (BA)

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Foto: Thiago Dantas 

Projeto Rio Memória é lançado para resgatar a história do Rio Utinga na Chapada Diamantina

Iniciativa reúne mapas interativos, vídeos e plataforma colaborativa para moradores registrarem memórias e ajudarem a reconstruir a história do rio

Blog do Léo Barbosa  |  26 de março de 2026  |  Meio Ambiente

🌊 Resgate histórico e ambiental

O projeto Rio Memória busca preservar a história do Rio Utinga e fortalecer a consciência ambiental na região da Chapada Diamantina.

Onde hoje muitos veem apenas um leito reduzido ou poeira, gerações passadas lembram de um rio cheio. Para evitar que essa memória se perca, foi lançado o projeto Rio Memória, na última segunda-feira (23), pelo Observatório do Rio Utinga.

A iniciativa tem como objetivo reconstruir a trajetória do Rio Utinga, um dos principais afluentes do Rio Paraguaçu e fundamental para o equilíbrio ambiental e econômico da Chapada Diamantina.

Como funciona o projeto

✔️ Mapas interativos sobre a evolução do rio

✔️ Produções audiovisuais

✔️ Plataforma colaborativa para envio de fotos e relatos

Moradores e ex-residentes podem participar enviando registros antigos do rio, contribuindo para a construção de um acervo visual que mostra as transformações da paisagem ao longo dos anos.

Quem está por trás do projeto

O projeto foi idealizado por Kelly Pereira, coordenadora de projetos e pesquisa do Observatório do Rio Utinga, com apoio do coordenador geral Evander Penchel e das pesquisadoras Sabrina Vaz e Núbia da Silva.

 Diálogo entre ciência e sociedade

O lançamento contou com a participação da geógrafa Natahli Rego, mestranda pela UFBA e pesquisadora do grupo Colpaso, que utiliza geotecnologias para analisar a evolução da paisagem e projetar cenários ambientais futuros para a região.

O rio como patrimônio coletivo

O Rio Utinga tem sido tema de debates sobre estresse hídrico e conflitos pelo uso da água. O projeto surge como uma ferramenta para fortalecer a identidade das comunidades ribeirinhas, quilombolas e indígenas.

✔️ A proposta é transformar memórias individuais em um acervo coletivo de resistência, conhecimento e gestão ambiental.

Fonte: Observatório do Rio Utinga· Publicado em 26/03/2026 · Blog do Léo Barbosa

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