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Barreiras: Menino de 11 anos morre com tiro acidental durante caça




A versão foi revelada ao delegado José Romero pelo senhor Valmir Bertoldo dos Santos, pai do garoto Daniel Souza dos Santos, de 11 anos. Ele declarou que o filho saiu para caçar passarinho, em companhia de outro menor de mais ou menos 13 anos, na fazenda do seu Dé Gouvêa. “Gostava de sair para matar pombinhas, mas nunca imaginei que tivesse uma espingarda”, revelou.
Por ingenuidade ou inexperiência, Daniel teria encostado o cano da espingarda em seu próprio rosto e sem intenção de atirar, acionou o gatilho da arma com um dos pés. Ainda foi levado com vida para o hospital do Oeste por socorristas do SAMU, porém, morreu minutos depois, por volta das 13h 00 desta quinta-feira, 04. “Foi muito grave o ferimento no cérebro dele e já estava morrendo, quando foi para o hospital”.
O pai do garoto
Valmir também declarou que a criança deve ter comprado a arma com gorjetas recebidas do senhor Zé Gouvêa, a quem ajudava dar ração aos animais da propriedade todos os dias. “Fazia isso por diversão. Quando chegava das aulas na escola Paulo Freire, já almoçava às pressas e corria pra lá”. O local fica bem próximo à residência de Valmir, localizada na Rua Cardeal Arco Verde, bairro Morava Nova.
A Polícia Técnica fez o translado do corpo para realização de necropsia no IML regional do bairro Aratu. A espingarda foi quebrada por um dos familiares da vítima, revoltado com o trágico acidente. (Alô Alô Salomão)

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