Bahia confirma dois casos de Mpox em 2026; Sesab monitora situação e investiga novas notificações

 

Foto: Mpox / Getty Images / Reprodução Ministério da Saúde


A Bahia confirmou dois casos de Mpox (anteriormente chamada de varíola dos macacos) em 2026, segundo informações divulgadas pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) na quinta-feira (19).

Os registros foram feitos em Vitória da Conquista, no sudoeste do estado, e em Salvador. Outros dois casos ainda estão sob investigação e três já foram descartados após exames laboratoriais.


📍 Onde ocorreram os casos

  • Vitória da Conquista: a paciente é uma mulher que não mora na cidade, mas buscou atendimento no Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). Segundo a prefeitura, ela está isolada, apresenta boa resposta ao tratamento e segue sob monitoramento.
  • Salvador: o outro paciente é natural de Osasco (SP) e teve o diagnóstico confirmado após atendimento em uma unidade de saúde da capital baiana.

A Sesab informou que nenhum dos casos está relacionado ao período do Carnaval.


O que é a Mpox

A Mpox é uma doença causada por um vírus da mesma família da varíola humana, mas com sintomas mais leves.
A transmissão ocorre, principalmente, por contato direto com a pele de uma pessoa infectada, especialmente em áreas com feridas ou lesões.

Também é possível se contaminar através de:

  • secreções respiratórias (saliva, gotículas de tosse ou espirro);
  • contato com objetos contaminados, como toalhas, roupas e lençóis.

Foto: NIAID


intomas mais comuns

Os principais sinais da Mpox incluem:

  • febre;
  • dor de cabeça e dores musculares;
  • sensação de fraqueza;
  • inchaço dos gânglios linfáticos (pescoço e axilas);
  • lesões na pele, que geralmente começam no rosto e podem se espalhar pelo corpo, especialmente nas mãos e nos pés.


 Tratamento e cuidados

Não existe, até o momento, um medicamento específico para a Mpox.
O tratamento é focado em aliviar os sintomas, evitar complicações e prevenir novas transmissões.

A pessoa infectada deve permanecer em isolamento até que todas as feridas estejam cicatrizadas, o que pode levar de duas a quatro semanas.


Situação na Bahia

A Sesab segue acompanhando os casos e reforça a importância de procurar atendimento médico ao surgirem sintomas suspeitos.
A orientação também inclui evitar o contato direto com pessoas que apresentem feridas ou erupções cutâneas e não compartilhar objetos pessoais.

Fonte: G1 Bahia 

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