Ministério da Cultura lança “Rouanet no Interior” com investimento para cultura em Utinga, Wagner e Bonito

 

Foto: Reprodução / GovBr

Os produtores culturais de Utinga, Wagner e Bonito, na Chapada Diamantina, agora têm uma nova oportunidade de apoio financeiro.

O Ministério da Cultura (MinC) lançou nesta quinta-feira (26) o programa “Rouanet no Interior”, que vai destinar R$ 6 milhões para incentivar a cultura em pequenos municípios da Bahia, fora do eixo das grandes capitais.

O edital, lançado em parceria com a Neoenergia, tem como objetivo descentralizar os recursos da Lei Rouanet, garantindo que artistas e grupos culturais do interior tenham acesso ao financiamento de projetos.


Cidades da Chapada contempladas

Na Bahia, o programa prioriza municípios da Chapada Diamantina e cidades históricas, entre eles:
Utinga, Wagner, Bonito, Lençóis, Mucugê, Seabra, Morro do Chapéu, Piatã, Palmeiras, Abaíra, Andaraí, Boninal, Ibicoara, Itaetê, Iraquara, entre outros.

Essas cidades poderão inscrever projetos culturais com foco em música, teatro, dança, artes visuais, literatura e patrimônio cultural.


O que o edital oferece

  • Valor por projeto: até R$ 200 mil;
  • Quem pode participar: pessoas jurídicas (com ou sem fins lucrativos) sediadas nos municípios contemplados;
  • Áreas aceitas: Música (regional, instrumental e coral), Artes Cênicas (teatro, circo, dança), Artes Visuais, Patrimônio e Literatura;
  • Inscrições: abertas a partir de 26 de fevereiro, até 30 de abril de 2026, pelo Sistema Salic;
  • Diferencial: o edital simplifica o acesso para quem nunca utilizou a Lei Rouanet, facilitando o primeiro cadastro.


Oficinas de capacitação

Para garantir que os recursos cheguem a quem mais precisa, o Ministério da Cultura e o Sesi realizarão oficinas presenciais na Bahia, com foco em capacitar produtores culturais sobre como elaborar e inscrever projetos no sistema da Lei Rouanet.


Diversidade e inclusão

O edital também valoriza a diversidade cultural baiana.
Projetos liderados por mulheres, pessoas negras, indígenas, comunidades tradicionais e público LGBTQIA+ terão pontuação extra no processo seletivo.
O objetivo é reforçar a representatividade e fortalecer o papel das manifestações culturais locais na formação da identidade da Bahia.

Fonte: Bahia Notícias

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