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Mundo: Vulcão na Islândia; as impressionantes imagens de rios de lava perto da capital

 

O vulcão Fagradalsfjall entrou em erupção na sexta-feira (19), formando rios de lava que passaram pelo Vale Geldingardalur, na Península de Reykjanes.


Foto: Icelandic Meteorological Office (IMO)/via REUTERS

Na últimas semanas, moradores de Grindavik, cidade pesqueira com 3,5 mil habitantes no sudeste da Islândia, reclamaram que não conseguiam dormir.

Não por algum desconforto físico ou mental, mas sim pela quantidade de tremores registrados recentemente, que os têm acordado durante a noite. A frequência de tremores aumentou consideravelmente desde o ano passado e drasticamente no último mês.

Em 2019, foram registrados 3,4 mil tremores. Em 2020, aconteceram 34 mil. E desde 24 de fevereiro deste ano dois terremotos de magnitude maior que 5 foram seguidos por uma série de tremores intensos, totalizando mais de 50 mil até meados de março.


Na últimas semanas, moradores de Grindavik, cidade pesqueira com 3,5 mil habitantes no sudeste da Islândia, reclamaram que não conseguiam dormir. Não por algum desconforto físico ou mental, mas sim pela quantidade de tremores registrados recentemente, que os têm acordado durante a noite. A frequência de tremores aumentou consideravelmente desde o ano passado e drasticamente no último mês.


Em 2019, foram registrados 3,4 mil tremores. Em 2020, aconteceram 34 mil. E desde 24 de fevereiro deste ano dois terremotos de magnitude maior que 5 foram seguidos por uma série de tremores intensos, totalizando mais de 50 mil até meados de março.


"Esses terremotos ocorrem devido a falhas nas zonas de subducção", explica o especialista do USGS. "É quando duas placas tectônicas se encontram e uma empurra a outra."


É um fenômeno diferente do que acontece em outros lugares conhecidos por fortes terremotos, como México e Chile. Uma das maiores zonas de subducção fica no Oceano Pacífico — o chamado "círculo de fogo" —, que abrange vários países da América Latina.

A pressão das placas gera uma tensão que é liberada com terremotos devastadores.

Mapa identifica a região do Círculo de Fogo do Pacífico — Foto: Ciência/G1

Fonte: G1 Notícias

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